A família real dos Países Baixos marcou presença no jogo entre Curaçao e Equador, disputado neste sábado no Estádio de Kansas City. O rei Willem‑Alexander, a rainha Máxima e a princesa Ariane — uma das três filhas do casal — acompanharam de perto a partida válida pelo Grupo E.

Em campo, o confronto foi marcado por chances e pouca efetividade: o atacante Enner Valencia deixou escapar um gol praticamente na cara do gol, e as equipes foram para o intervalo empatadas em 0 a 0. O desempenho ofensivo, especialmente do Equador, ficou aquém do esperado diante da oportunidade criada.

A presença da família real, que mais cedo esteve em Boston para ver a Holanda vencer a Suécia por 5 a 1, ganha significado simbólico: Curaçao é uma ilha do Caribe com cerca de 185 mil habitantes e integra o Reino dos Países Baixos. A visibilidade internacional do time diminuto é ressaltada pelo apoio in loco da monarquia.

Para Curaçao, ter membros da realeza no estádio cria um foco inédito em um elenco acostumado a atuar fora dos grandes holofotes. Para o Equador, a partida segue com a necessidade clara de converter chances em gols no segundo tempo — e confirmar desempenho compatível com a ambição de avançar na chave.