A FIFA apresentou nesta segunda a Trionda que será usada nas partidas decisivas da Copa do Mundo de 2026. A bola muda a versão tradicional por uma edição com detalhes dourados para as semifinais, o jogo do terceiro lugar e a final marcada para 19 de julho. O lançamento ocorreu em Nova York, com a peça exposta sobre o monumento Atlas, em frente ao Rockefeller Center, até o dia 20.
Entre as novidades tecnológicas, a entidade aponta que a Trionda terá um chip capaz de detectar contatos mínimos, segundo a FIFA até um toque de fio de cabelo. A tecnologia, descrita pela organização como uma forma de captar interações com mais precisão, volta a colocar a bola no centro das atenções — tanto pela estética quanto pelo papel em coleta de dados do jogo.
O design da edição das fases decisivas faz referência às cidades-sede dos confrontos: Dallas e Atlanta aparecem nos gomos das semifinais; Miami figura no painel do terceiro lugar; e Nova York e Nova Jersey marcam a final. Em relevo, a bola traz símbolos dos países anfitriões — a estrela dos Estados Unidos, a folha de bordo do Canadá e a águia que representa o México —, mantendo a identidade das versões iniciais, que usaram as cores azul, verde e vermelho.
A mudança para detalhes dourados segue tradição das bolas especiais para a reta final e reforça o apelo de marketing em torno do torneio. Além do design, a combinação entre estética e tecnologia tende a ampliar o interesse de colecionadores e a gerar debate sobre o papel de inovações eletrônicas no desempenho e na medição de eventos em campo.