A final da Libertadores Feminina entre Corinthians e Cruzeiro, marcada para sábado (31) no Estádio Rodrigo Paz Delgado — a Casa Blanca, em Quito — garante ao Brasil mais um título continental: será o 15º do país nas 18 edições da competição. A Conmebol ainda vai anunciar o horário da decisão; a transmissão ficará por conta do sportv. Nas semifinais, o Corinthians bateu o Santa Fe por 2 a 1, enquanto o Cruzeiro venceu o Olimpia por 1 a 0.

A presença das duas equipes na decisão reforça a hegemonia brasileira no torneio. O Corinthians é o maior vencedor da competição, com títulos em 2017, 2019, 2021, 2023, 2024 e 2025; se confirmar o triunfo no sábado, chega ao tetra consecutivo e ao sétimo troféu. Outros clubes do país que já faturaram a taça incluem São José, Santos, Ferroviária e Palmeiras. O Cruzeiro, por sua vez, disputa a final em sua estreia na competição, e promete alterar o mapa de protagonistas mesmo diante do domínio histórico do futebol brasileiro na América do Sul.

Além do prestígio esportivo, a final carrega prêmio financeiro relevante: o campeão receberá US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 10 milhões), o vice US$ 600 mil e o terceiro colocado US$ 250 mil, segundo a Conmebol. Os valores têm impacto direto nas finanças e no planejamento das equipes, sobretudo no contexto do crescimento do futebol feminino, onde receitas ainda são concentradas e investimentos são decisivos para manutenção de projetos e formação.

Do ponto de vista esportivo, o confronto reúne um time que busca escrever mais um capítulo de sua hegemonia e outro que pode transformar um projeto recém-subido ao cenário continental em referência. Para o futebol sul-americano, a final evidencia a superioridade brasileira — 15 títulos em 18 edições — e também aponta para a demanda por maior competitividade entre os demais países. Resta agora aguardar o horário oficial e a bola rolar em Quito, com transmissão do sportv.