O Flamengo cumpriu o esperado e venceu o Cusco por 3 a 0 na fase de grupos da Libertadores, em partida marcada por superioridade técnica e controle do ritmo. O placar reflete domínio, mas o desempenho do time teve pontos a ajustar: oportunidades claras foram perdidas e o adversário exigiu algumas defesas importantes.
Bruno Henrique foi peça central: participou dos lances dos dois primeiros gols e manteve presença constante na área. Plata foi o jogador mais perigoso, atuando com intensidade e participando diretamente do lance que originou o pênalti. Paquetá converteu a penalidade que fechou o placar e ainda contribuiu no quesito criação.
Pedro teve uma atuação irregular: criou perigo e teve a chance mais clara do primeiro tempo, perdida de forma inacreditável, e voltou a falhar em oportunidades no segundo tempo. Do outro lado, o goleiro Vidal apareceu em momentos decisivos, evitando um placar ainda maior ao salvar chutes de boa chance. Alguns jogadores do Flamengo, por sua vez, cometeram erros técnicos em campo.
O técnico aproveitou para preservar nomes e, com alterações no segundo tempo, deixou o time mais agressivo — as substituições surtiram efeito e ajudaram a sacramentar a vitória. A partida dá ritmo a quem vinha sem jogar e permite acomodar a agenda antes do compromisso contra o Coritiba, mas reforça a necessidade de maior eficiência ofensiva em jogos que exigirem mais pressão.