O Flamengo anunciou o relançamento de um item de consumo que funcionou bem na campanha do bicampeonato continental: patchs colecionáveis de cada partida da Libertadores. A estreia da série acontece na partida de volta das oitavas, contra o Cruzeiro, no Maracanã, às 21h30 (de Brasília).
O primeiro lote terá 1.000 unidades à venda nos quiosques oficiais do estádio, ao preço unitário de R$ 50. Cada peça é numerada individualmente; os compradores terão a opção de registrar o item em seu nome e vinculá‑lo a uma coleção digital, integrando físico e experiência online.
A iniciativa retoma o formato de 2019, quando o clube comercializou moedas de jogo, e aposta na combinação de escassez e interação digital para movimentar a base de torcedores. Para o Flamengo, além de receita direta, o produto reforça engajamento e cria um ativo de colecionador ligado a jogos decisivos.
No campo, o time busca ao menos o empate contra o Cruzeiro para avançar na Libertadores; fora dele, a ação mostra como clubes exploram merchandising e ativações digitais em dias de maior público. A oferta limitada tende a esgotar rápido, mas também convoca avaliação sobre preços e acessibilidade para a torcida.