O Flamengo desembarca no Rio de Janeiro na manhã desta quinta-feira (9/4), após a vitória por 2 a 0 sobre o Cusco, no Peru, em seu primeiro jogo na fase de grupos da Libertadores. Com escala em Arequipa, a delegação retorna com a vantagem de encarar uma sequência de quatro partidas no Maracanã — embora uma delas conste como visitante no Brasileirão.
O primeiro compromisso é o clássico contra o Fluminense, sábado (11/4), às 18h30 (de Brasília), válido pela 11ª rodada do Brasileirão. Na outra quinta-feira (16/4), o Rubro-Negro faz a estreia em casa na Libertadores contra o Independiente de Medellín (COL), às 21h30. Em seguida vem o Bahia, domingo (19/4), às 19h30, pelo Brasileiro, e a série termina na quarta (22/4), às 19h30, contra o Vitória, pela quinta fase da Copa do Brasil — a volta no Barradão está marcada para 14 de maio.
O Fla-Flu aparece no calendário como partida de mando do Fluminense em razão do sorteio da tabela, mas, na prática, será novamente no Maracanã. As diretorias mantêm acordo para clássicos com arquibancadas divididas, ficando ao mandante a responsabilidade pela venda de ingressos. Para a torcida rubro-negra, o equilíbrio entre mando formal e local pode influenciar logística e bilheteria.
Administrativamente e tecnicamente, a sequência em casa oferece oportunidade de recuperar fôlego e explorar renda e apoio da torcida, além de marcar a primeira apresentação da equipe na Libertadores diante do seu torcedor após a conquista do tetra em 2025. Ao mesmo tempo, o calendário é comprimido: há pouco intervalo entre a partida continental e o jogo contra o Bahia, exigindo gestão de elenco e rotatividade para evitar desgaste acumulado após a longa viagem ao Peru.