O Fluminense entra em campo nesta terça-feira no Maracanã para a marca simbólica de 100 partidas na Copa Libertadores. O marco acontece justamente nas quartas de final, contra o Platense, e reforça a importância da partida para o calendário do clube: não é apenas mais um jogo, é um ponto de verificação da força tricolor na América do Sul.

A trajetória na competição começa em 1971, mas foi a década recente que mudou o patamar do clube: são 11 participações no total e o título histórico de 2023, conquistado no Maracanã sobre o Boca Juniors. Nesta década o Fluminense participou cinco vezes, e desde 2021 só ficou de fora em uma edição. Nas presenças mais recentes, o time costuma avançar até as fases decisivas — como se repete em 2026.

O caráter coletivo das campanhas recentes aparece também nas estatísticas individuais: Martinelli, Fábio e Ganso lideram a lista de jogadores com mais jogos pelo clube na Libertadores; Cano e Samuel Xavier completam o top-10. Todos esses nomes fizeram parte da campanha campeã de 2023, formando o núcleo de experiência continental do elenco.

Ao mesmo tempo, a partida traz incógnitas. Marcão terá um desfalque no ataque em um duelo de mata-mata, e o adversário argentino chega em momento ruim, o que não reduz a exigência: será a 28ª partida do Fluminense contra clubes da Argentina, adversários historicamente frequentes. A marca centenária confirma a consolidação recente do clube no torneio, mas não garante tranquilidade — a equipe precisa transformar história em resultado nas próximas semanas.