O Fluminense teve uma atuação que beirou o desmoronamento no Maracanã: a derrota para o Independiente Rivadavia, pela fase de grupos da Libertadores, ficou marcada por falhas individuais que definiram o placar. A jogada do segundo gol foi descrita como uma lambança capital, que voltou a comprometer a solidez defensiva do time e estimular as vaias da torcida.
Entre os nomes mais criticados aparecem Fábio, Samuel Xavier e Canobbio. O goleiro foi responsabilizado pela entrega no lance decisivo e deixou o jogo sob vaias; Samuel Xavier, que começou como titular, também teve participação negativa em um dos gols e saiu mostrando que a posição ainda carece de soluções confiáveis. Canobbio, por sua vez, não conseguiu dar sequência ao jogo e teve influência ruim tanto no apoio quanto na recomposição.
O time mostrou ainda problemas de leitura tática e falta de ritmo: jogadores que entraram do banco tentaram dar outra dinâmica — houve melhora pontual após substituições, especialmente na recomposição de um lado — mas não foi suficiente para virar a partida. Alguns jovens foram lançados em uma fogueira de pressão e pouco conseguiram contribuir num contexto coletivo já dominado pelo desespero e pela falta de organização.
O resultado e a maneira como veio impõem custo imediato ao Fluminense: além da preocupação esportiva na tabela do Grupo C, aumenta a cobrança sobre a comissão técnica e o elenco por ajustes defensivos e por alternativas mais seguras no plantel. No Maracanã, a sequência de erros individuais expôs um time em momento de desgaste e com a necessidade urgente de respostas práticas, não apenas explicações.