O Fluminense foi eliminado da Copa do Brasil ao perder por 3 a 1 para o Vasco, em partida em que não esboçou reação. O placar traduziu com clareza a superioridade do rival: em técnica, intensidade e organização, o time de Fernando Diniz foi melhor durante toda a partida, enquanto o Tricolor repetiu erros recentes.

Logo aos dois minutos Thiago Mendes desperdiçou chance clara após falha do goleiro, e a equipe não encontrou respostas ao jogo de pressão alta imposto pelo Vasco. A circulação lenta de bola e os erros em transição tornaram o time vulnerável a contra-ataques; Arana, Lucho e Savarino estiveram abaixo do esperado e o desempenho coletivo ficou comprometido.

O segundo tempo trouxe tentativa de ajustes: Nonato entrou e gerou um curto período de pressão, mas Brenner ampliou para o Vasco em escapada pela direita. Zubeldía acionou Ganso, Hulk e Cano para forçar a virada — Hulk deu assistência para o gol de Martinelli —, mas a reação foi efêmera e o time ainda sofreu o terceiro gol no final.

Além da eliminação, o resultado acentua uma crise técnica que precisa ser enfrentada antes das oitavas da Libertadores. A derrota aumenta a cobrança sobre a comissão técnica e sobre jogadores-chave; sem mudanças concretas no estilo e na intensidade, a confiança do elenco e da torcida tende a cair, exigindo respostas rápidas e claras.