O Fluminense vive em 2026 o pior começo de sua história na fase de grupos da Libertadores: um empate e duas derrotas nos três primeiros jogos. O desempenho supera os registros negativos de 1985 e 2011 (dois empates em três partidas) e transforma a reta final da fase em uma sequência de alta pressão para técnico e elenco.
Até aqui o time só marcou um gol no torneio, o que eleva a exigência ofensiva nas próximas partidas. A equipe de Lionel Zubeldía ainda depende exclusivamente de seus resultados, mas terá de ser perfeita: vencer os três jogos que restam — Independiente Rivadavia, em Mendoza, dia 6 de maio; Bolívar, no Maracanã, dia 19; e Deportivo La Guaira, no Maracanã, dia 27. O duelo em Mendoza terá transmissão da Globo.
Fluminense vai se classificar
Além das vitórias, há necessidade matemática de saldo de gols. Para superar o Bolívar no critério de desempate, o Fluminense precisa de uma vitória sobre os bolivianos por margem superior a três gols. Um triunfo por apenas dois gols ainda o deixaria à mercê de um tropeço do rival: hoje o Flu tem saldo de -3 e o Bolívar +1, diferença de quatro gols.
O quadro expõe fragilidades: ataque ineficiente e defesa com saldo negativo. Se não vencer e com folga, o clube corre risco real de eliminação precoce, o que aumentará a pressão sobre a comissão técnica e exigirá ajustes imediatos na proposta de jogo. A afirmação de Zubeldía — "Fluminense vai se classificar" — virou promessa que só se confirma com sequência impecável nas três próximas partidas.