O presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, fez duras críticas à arbitragem após o empate em 3 a 3 com o Athletico-PR, na manhã deste domingo, na Arena da Baixada. O dirigente apontou a marcação do pênalti aos 47 minutos do segundo tempo como determinante para o resultado e disse que o clube saiu prejudicado em um confronto direto pelas primeiras posições do Brasileirão.
Segundo Montenegro, as imagens não sustentam a versão da arbitragem de que houve falta clara do goleiro Fábio em Viveros. A jogada, que terminou com o atacante convergindo o pênalti, deixou o time e a comissão técnica inconformados. O presidente elogiou a atuação do time durante boa parte do jogo, mas afirmou que a decisão do árbitro Felipe Fernandes de Lima mudou o desfecho em momento decisivo.
A queixa pública do mandatário — que optou por não responder a perguntas dos repórteres presentes — toca num ponto recorrente no futebol: a percepção de inconsistência nas marcações em lances determinantes. Para o Fluminense, a perda de dois pontos em campo neutraliza o trabalho preparado durante a semana e tem impacto direto na briga pelas primeiras colocações da tabela.
Do lado do Athletico-PR, o pênalti convertido por Viveros assegurou um ponto importante fora de casa. Para o Flu resta amargura e a cobrança interna por estabilidade nas decisões que influenciam resultados. A repercussão do lance deve prolongar-se nas análises pós-jogo e alimentar o debate sobre critérios de arbitragem em partidas de alta competitividade.