A França confirmou neste sábado o favoritismo que vinha construindo na Copa do Mundo 2026 ao bater o Marrocos por 2 a 0 nas quartas de final e garantir vaga nas semifinais. No programa Seleção Copa, do SporTV, André Rizek e comentaristas traçaram o retrato de uma equipe que vem dominando partidas com consistência e autoritarismo tático.
A atuação francesa não se resumiu a talento individual. Mesmo diante de um adversário que já havia superado Holanda e Canadá, a seleção de Deschamps controlou o ritmo do jogo, raramente permitindo que o Marrocos imprimisse perigo sério. O resultado é fruto de organização coletiva, variações ofensivas e superioridade física em momentos decisivos.
Mbappé voltou a ser determinante: apesar de perder um pênalti no primeiro tempo, manteve comportamento competitivo e marcou na etapa final, chegando ao oitavo gol no torneio. Comportamento que Rizek e os comentaristas atribuíram a um equilíbrio técnico e mental raro em grandes torneios — um elemento que distingue candidatos duradouros ao título.
A comparação com campanhas históricas é inevitável: a França aparece como uma das seleções mais seguras do Mundial, com seis vitórias em seis jogos e um futebol que mistura maturidade e leveza. A projeção de chances colocou os franceses em patamar elevado — cerca de 34% de probabilidade de título — e transformou a equipe em principal referência na reta final.
Nas semifinais, a França espera o vencedor de Espanha e Bélgica. A campanha até aqui faz do time de Deschamps a grande favorita, mas também o torna alvo de estudos e adaptações dos adversários. Para os comentaristas, a tarefa agora é manter a regularidade e a disciplina mental que sustentaram a campanha.