Gabriel Barbosa viu a festa pelo centésimo gol com a camisa do Santos ser adiada mais uma vez. Na terça-feira, ele marcou na vitória por 4 a 2 sobre a Universidad Central e chegou a 99 gols pelo clube; minutos depois, aos 11 do segundo tempo, teve um novo tento anulado por impedimento. A sequência reforça a dificuldade que o centroavante enfrenta para alcançar a marca simbólica.
No sábado, diante do Remo, Gabigol voltou a ver um gol ser retirado do placar: após cobrança de escanteio de Neymar, o atacante colocou a bola na rede, mas o assistente entendeu que a bola já havia saído pela linha de fundo durante a curva da cobrança — lance invalidado e nova frustração para o camisa 9. As decisões nas duas partidas expõem um padrão: na temporada ele soma oito gols anulados pela arbitragem.
O detalhamento deixa claro o peso dos números: das oito anulações, seis foram por impedimento, uma por falta e outra pelo apontamento de bola fora. Na Série A de 2026, Gabigol lidera esse ranking; atrás dele aparecem Carlos Vinícius, do Grêmio, com cinco gols anulados, e Borré, com quatro. No recorte por clubes, o Santos também encabeça a lista, com 13 gols invalidados no ano — o Internacional tem 10.
A próxima oportunidade para o centésimo gol chega já na terça-feira, no jogo de volta das oitavas da Copa do Brasil contra o Remo, no Mangueirão, às 21h30. Mais do que a estatística pessoal, as anulações viraram tema de cobrança entre torcida e comissão técnica e colocam pressão sobre um desfecho que o camisa 9 tenta transformar em número histórico.