Gavi falou pela primeira vez sobre a briga com Leandro Paredes na final da Copa do Mundo durante uma homenagem em Los Palacios y Villafranca, sua cidade natal. O meio-campista procurou minimizar o episódio e afirmou que não é favorável a punições para o volante argentino e outros envolvidos, mesmo com a Fifa anunciando uma investigação disciplinar sobre o caso.

As imagens da confusão mostram que a sequência começou após um choque de Molina com Rodri, que havia saído do campo para comemorar. A reclamação de Rodri atraiu Borja Iglesias e Eric García, e a situação se espalhou. Paredes avançou sobre os espanhóis, empurrou Eric García e acabou envolvido diretamente com Gavi — chegando a segurar o pescoço do meia, segundo registros do ocorrido — enquanto outros jogadores e membros da comissão intervieram para separar o confronto.

O posicionamento público de Gavi busca resgatar a atmosfera de celebração e reduzir a gravidade do episódio, mas não impede que a Fifa prossiga com a apuração. A investigação disciplinar é o mecanismo oficial para avaliar responsabilidades e eventualmente aplicar sanções, independentemente da interpretação dos atletas sobre o que ocorreu em campo.

No curto prazo, a confusão macula a imagem da festa pós-jogo e alimenta discussão sobre comportamento e controle nas decisões de arbitragem e disciplina. A manifestação de Gavi pode acalmar parte da torcida espanhola, mas não neutraliza o registro formal da Fifa, que terá papel central para definir consequências institucionais.