Aos 1 minuto do primeiro tempo, Leroy Sané abriu o placar para a Alemanha em jogada que já começou sob contestação: Pavlovic tentou dominar com o pé alto e acertou o rosto de Vite dentro da área, provocando queda imediata do jogador equatoriano. O gol saiu na sequência e os jogadores do Equador foram reclamar com a árbitra norte-americana Tori Penso.
Após revisão rápida do VAR, a equipe de arbitragem manteve o lance e confirmou o gol. Na avaliação do comentarista de arbitragem da TV Globo, PC Oliveira, o correto teria sido anular o gol por falta de Pavlovic em Vite. A declaração do comentarista reacendeu o debate sobre o uso do VAR em lances de contato dentro da área.
O episódio expõe novamente a linha tênue entre interpretação de jogadas e aplicação das regras: para críticos, o pé alto que atinge o rosto configura infração clara; para quem confirmou o lance, o movimento teria sido parte da disputa pela bola sem impacto suficiente para mudar a conclusão do árbitro. A rapidez do VAR no monitoramento, porém, não eliminou a controvérsia.
Além do impacto imediato no placar e no ânimo do Equador, a decisão tem reflexo político-sportivo: em rodada decisiva do Grupo E, um lance polêmico no primeiro minuto altera dinâmica, provoca reclamações e alimenta questionamentos sobre consistência das decisões de arbitragem. A polémica segue aberta enquanto seleções e torcedores buscam resposta sobre critérios e padrões do VAR.