Erling Haaland abriu o placar da Noruega na estreia da Copa do Mundo e repetiu a comemoração que já virou sua marca: sentou no gramado do Gillette Stadium, em Boston, e fingiu meditar. O gesto, captado por fotos e transmissão, quebrou a efusividade habitual das celebrações e chamou atenção pela calma.

A prática não é apenas encenação. Em entrevista à TNT, em 2020, o atacante resumiu o motivo: 'Meditar me ajuda muito, me encontrar em paz é bom para mim'. No duelo contra o Iraque, que terminou 4 a 1, Haaland marcou duas vezes — e o primeiro desses gols foi o seu primeiro em Copas do Mundo.

Meditar me ajuda muito, me encontrar em paz é bom para mim

A repetição da comemoração evidencia uma tendência entre atletas de alto nível: rotinas mentais para controlar ansiedade e preservar foco em partidas decisivas. Para Haaland, a meditação funciona como um mecanismo de regulação emocional, reduzindo a impulsividade e a busca por exibições exuberantes.

Além do efeito pessoal, a imagem reforça o papel central do atacante na seleção norueguesa e alimenta a ideia de que preparo mental pode ser diferencial em torneios de mata-mata. Resta ver se o recurso será decisivo na trajetória da equipe nesta Copa.