A seleção da Inglaterra decidiu levar sua própria roupa de cama para a Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos, segundo reportagem do tabloide The Sun. A medida surge depois de reclamações de hóspedes sobre os colchões e travesseiros do The Inn at Meadowbrook, em Kansas — que teriam sido descritos como "duros como pedra" — e relatos de falta de privacidade por paredes finas.

Atendendo ao pedido do técnico Thomas Tuchel, a federação encomendou kits que incluem sobrecolchões sob medida, travesseiros de gel refrescante, máscaras anatômicas para bloquear a luz e protetores auriculares. Jogadores foram orientados a levar cobertores pessoais e terão fotos de família nos quartos para reproduzir hábitos de sono domésticos.

A solução é prática e focalizada em mitigar um risco real para o rendimento: sono de má qualidade pode afetar recuperação e desempenho. Ao mesmo tempo, a decisão expõe falhas na avaliação prévia da infraestrutura escolhida como base, gera custo logístico e cria um problema de imagem que a federação terá de justificar ao torcedor e aos parceiros.

A Inglaterra está no Grupo E, ao lado de Croácia, Gana e Panamá, e estreia no Mundial em 17 de junho, contra a Croácia, em Dallas. Mais do que um ajuste pontual, o episódio deixa claro que detalhes operacionais — desde a seleção da hospedagem até a verificação de conforto — podem ter impacto direto na preparação para o torneio.