A Suécia estreou na Copa do Mundo com uma vitória elástica: 5 a 1 sobre a Tunísia. O resultado ganhou contorno especial pelo entrosamento da dupla de ataque Alexander Isak e Viktor Gyökeres, que além de marcar um gol cada um, trocaram assistências e comandaram as principais combinações ofensivas do time.

Na entrevista após o jogo, o técnico Graham Potter enalteceu a química entre os atacantes e ressaltou que ambos se complementam. Ao mesmo tempo, o treinador cobrou atenção ao funcionamento coletivo: vencer com brilho individual é positivo, mas o desafio é fazer a equipe inteira render em alto nível.

A goleada colocou a Suécia na liderança do Grupo F, beneficiada pelo empate por 2 a 2 entre Holanda e Japão. O calendário, porém, oferece provas mais duras: a seleção encara a Holanda no sábado, em Houston, e fecha a primeira fase contra o Japão. A Tunísia, por sua vez, enfrenta os japoneses em Monterrey no domingo.

A vitória alivia o começo de campanha depois de resultados discretos em amistosos — um revés para a Noruega e empate com a Grécia —, mas não altera a prudência da comissão técnica. O desempenho do setor ofensivo é um sinal positivo; a prova de verdade virá nas partidas seguintes, quando a Suécia terá de manter consistência contra adversários de maior exigência.