Campeão mundial em 2010, o ex-lateral esquerdo Joan Capdevila vivenciou um imbróglio administrativo antes da final da Copa do Mundo, mas conseguiu regularizar a autorização eletrônica para viajar aos Estados Unidos e acompanhou o jogo no estádio.

Nos dias que antecederam a decisão, Capdevila usou as redes sociais para pedir ajuda pública a Donald Trump, em tom de apelo pessoal, e publicou imagens no estádio ao lado dos filhos. A situação chamou atenção por expor uma barreira burocrática incomum para um nome do futebol mundial.

Em entrevista à rádio Cope, o ex-jogador afirmou que uma viagem ao Irã em 2016 pode ter sido o motivo da rejeição inicial do ESTA. O sistema eletrônico não é um visto tradicional; trata-se de uma autorização para viagens de curta duração e pode ser negado por histórico de presença em países com restrições.

O episódio ressalta que antecedentes de viagem podem complicar entradas mesmo de figuras públicas conhecidas — e serve como lembrete para quem viaja com frequência: procedimentos administrativos nem sempre são automáticos, e efeitos práticos atingem desde turismo até a presença em eventos esportivos.