O ex-lateral Joan Capdevila recorreu às redes sociais para pedir ajuda ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, depois de ter a autorização eletrônica de viagem (ESTA) negada. Capdevila afirmou que queria viajar com os filhos para assistir à final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina, marcada para domingo em Nova York, e alertou para a possibilidade de perder um momento importante ao lado de companheiros da seleção campeã em 2010.
A sigla ESTA refere-se ao Sistema Eletrônico para Autorização de Viagem, exigido de cidadãos de países que não precisam de visto tradicional para entrar nos EUA. A negativa do sistema, segundo o ex-jogador, impede o embarque mesmo sem a exigência de visto consular, uma situação que obrigou o atleta a buscar soluções públicas para reverter a decisão.
Capdevila marcou o perfil oficial de Trump em uma publicação e pediu a intervenção de quem puder ajudar, dizendo não acreditar que ficará de fora da final com a família e os colegas de 2010. O apelo público expõe o desconforto de uma celebridade do futebol diante de trâmites burocráticos e levou a uma repercussão imediata nas redes, sem detalhes sobre os motivos da recusa ou possibilidade de recurso.
Resta aguardar se a negativa será revista a tempo do jogo. Enquanto isso, o caso ilustra como procedimentos administrativos de viagem podem atrapalhar até figuras de perfil elevado e cria expectativa sobre uma resolução nos próximos dias — com impacto direto na presença de torcedores ilustres em um dos principais eventos do calendário esportivo.