Josh Hart, campeão da NBA com o New York Knicks em junho, apareceu no Miami Stadium vestido com a camisa da seleção da Inglaterra e acompanhou a vitória por 2 a 1 sobre a Noruega, válida pelas quartas de final da Copa do Mundo. A presença do armador chamou atenção pelo contraste entre o universo do basquete e o fervor do futebol.

Ainda no estádio, Hart compartilhou nas redes sociais uma reação emocionada à classificação inglesa. A imagem de um atleta da NBA celebrando com a torcida reforça o alcance global do torneio e gera repercussão midiática que extrapola o campo esportivo: figuras do basquete amplificam a visibilidade das seleções em mercados tradicionais e emergentes.

Não consigo acreditar que essa é a minha vida

Aos 31 anos, Hart tem média de 12.0 pontos, 7.4 rebotes e 4.8 assistências e defende o New York Knicks desde 2023. Draftado em 2017, o armador passou por Los Angeles Lakers, New Orleans Pelicans e Portland Trail Blazers antes de chegar a Nova York. Seu histórico torna a imagem de apoio ainda mais comentada entre torcedores e veículos esportivos.

Além do efeito de celebridade, a presença de Hart no Miami Stadium simboliza a convergência entre modalidades em grandes eventos internacionais. Para a Inglaterra, é mais um sinal de apoio externo que acompanha a equipe rumo às semifinais; para o esporte, um lembrete do poder de atração das Copas mesmo em mercados dominados por outras ligas.