Aos oito minutos do primeiro tempo, Julián Quiñones anotou o gol que abriu a Copa do Mundo 2026, na estreia do México contra a África do Sul. Nascido em Magüí Payán, na Colômbia, o atacante defende a seleção mexicana desde que se naturalizou em 2023.

Em 2025/2026, Quiñones atua pelo Al-Qadisiyah e fechou a temporada com 33 gols no Campeonato Saudita e 37 no total — desempenho que o colocou à frente de Cristiano Ronaldo na aritmética da Arábia Saudita (28 no campeonato e 30 no ano), onde o português joga pelo Al-Nassr.

Revelado nas categorias de base do Tigres, o jogador passou por Atlas e América antes de se transferir para o futebol saudita em 2024. Casado com uma mexicana, concluiu o processo de naturalização em 2023 e já havia marcado dois gols pela seleção antes do Mundial, um deles no amistoso contra o Brasil, em junho de 2024, no Texas.

Além do valor simbólico de inaugurar o placar do torneio, o gol de Quiñones aumenta a visibilidade do atacante num momento decisivo da carreira. Os números da temporada chamam atenção da imprensa e dos adversários; para o México, o desafio agora é converter a produção individual em consistência coletiva ao longo do Mundial.