Lamine Yamal deixou claro onde coloca suas referências: Lionel Messi como o melhor de todos os tempos e Neymar como ídolo pessoal. O atacante do Barcelona, de 18 anos, repetiu a admiração por ambos, mas descartou transformar a comparação individual em prioridade sobre os resultados da seleção.

Em entrevista à TVE, o jogador relativizou a corrida por números e enfatizou que prefere títulos a marcas pessoais — uma postura que ganha relevo depois do empate por 0 a 0 com Cabo Verde, resultado que aumentou a pressão sobre a Espanha na estreia do torneio.

Recuperado de uma lesão recente, Yamal admitiu que não terá condições de atuar os 90 minutos na partida contra a Arábia Saudita, em Atlanta. A limitação obriga a comissão técnica a gerir minutos e alternativas no ataque, consolidando o papel do jogador mais como fator de impacto do que como titular ininterrupto.

Aos 18 anos, Yamal figura entre as principais promessas do Mundial e será observado tanto por sua capacidade de desequilíbrio quanto pela necessidade de preservação física. A seleção busca extrair contribuição decisiva sem sobrecarregar o jovem talento, na tentativa de somar pontos e aliviar a tensão criada na estreia.