No evento de lançamento do museu imersivo que celebra o chamado 'ano mágico' do clube, o ex-atacante Lê revisitou a sua história e comparou as emoções do título da Mercosul de 1999 com a recente conquista da Libertadores em 2025. Apesar de reconhecer que a Libertadores tem um peso distinto, Lê não deixou de valorizar o protagonismo daquela campanha e puxou a fila para a torcida.
O episódio de 1999 voltou ao centro da conversa: já sem Romário e após superar o Peñarol na semifinal, o Flamengo venceu a primeira partida da final no Maracanã por 4 a 3, com Reinaldo marcando nos acréscimos. No jogo de volta, o Palmeiras precisava da vitória para forçar desempate, mas o gol de Lê, aos 37 minutos do segundo tempo, garantiu o título aos rubro-negros.
Sobre o gol decisivo de 2025, Lê foi franco ao admitir que a festa foi maior com o tento de Danilo na Libertadores, mas ressaltou que a hegemonia rubro-negra desde 2019 suavizou parte da tensão dos confrontos contra o Palmeiras. Em poucas palavras, achou que o cenário atual torna os clássicos mais tranquilos do que na era do rival de 1999 — ainda que a rivalidade siga acesa.
E a provocação veio no ato: ao comentar as declarações do técnico Abel Ferreira, que pediu um árbitro 'corajoso', Lê disse que gosta quando o rival fala demais porque isso esquenta o jogo. Confirmou presença no Maracanã neste sábado, cantou a musiquinha da torcida e lançou a previsão — um 2 a 0 rubro-negro — reforçando o caráter provocador do encontro entre líder e vice do Brasileiro.