Exames de imagem feitos após o jogo contra o Atlético-MG confirmaram o receio do Santos: a lesão no posterior da coxa direita de Willian Arão não é simples. O volante sentiu o problema logo no início da partida, precisou ser substituído e já iniciou o tratamento, com previsão de retorno somente na reta final do Brasileirão, após a Data Fifa de novembro.
Na prática, Arão vai desfalcar o time nos confrontos que vêm por aí — incluindo partidas contra Fluminense, Bahia, Palmeiras e Bragantino — e só voltaria a ser opção nas últimas quatro rodadas, diante de Coritiba, Grêmio, Vitória e Botafogo. A ausência de um jogador experiente e versátil como ele complica a recomposição da equipe na fase decisiva da temporada.
Com o desfalque, a tendência é que Lucas Veríssimo e Luan Peres formem a dupla de zaga no próximo compromisso. A mudança obrigatória na linha defensiva aumenta a pressão sobre a lista de opções do elenco e sobre o departamento médico, que já lida com outras baixas e incertezas para o fechamento do campeonato.
Além de Arão, o Santos convive com limitações: o meia Lima, emprestado pelo Fluminense, segue inapto para encarar o ex-clube, e o departamento médico também trata Arthur (lesão no posterior da coxa direita), Gabriel Brazão (fisioterapia no ombro esquerdo) e Vini Lira (rotura ligamentar no joelho direito). A sequência de problemas exige ajustes táticos do comando técnico e atenção à gestão de minutos no elenco.