A Superliga Masculina 2025/2026 terminou com a vitória do Cruzeiro sobre o Campinas por 3 a 0 (25/14, 27/25 e 25/21) no Ginásio do Ibirapuera. Além do título, que agora soma o 10º da história do clube e o segundo consecutivo, a CBV divulgou a seleção da competição, dominada pelas duas equipes finalistas.

O central Lucão foi eleito o melhor jogador do torneio (MVP) pelo segundo ano seguido, confirmação da importância do seu papel na conquista celeste. O Cruzeiro também colocou o líbero Alê e o técnico Felipe Ferraz entre os premiados. Na decisão, o oposto Oppenkoski recebeu o troféu Viva Vôlei como melhor em quadra e fechou a final como maior pontuador, com 18 pontos; ele declarou estar tomado pela emoção e elogiou a entrega do grupo.

O Campinas, vice-campeão pela terceira temporada consecutiva, teve Bruninho (levantador), o ponteiro Adriano e o central Judson na seleção ideal, evidenciando a repetida força do elenco mesmo sem o troféu. Completaram a equipe o ponteiro Léo Lukas, do Minas, e o oposto Bryan, do Guarulhos: Bryan foi também eleito a revelação da Superliga e recebeu a primeira convocação para a seleção brasileira.

O predomínio de Cruzeiro e Campinas nas escolhas individuais confirma a supremacia técnica das duas equipes nesta temporada e desenha um cenário de contraste: o Cruzeiro consolida um projeto vencedor, enquanto Campinas acumula frustrações nas decisões. O reconhecimento de Bryan e a performance de Oppenkoski apontam para movimentações no mercado e na formação de seleções, com clubes e dirigentes atentos ao elenco e à reposição de peças para 2026.