A vitória do PSG sobre o Arsenal nos pênaltis, em Budapeste, reacendeu o foco da imprensa europeia sobre Luis Enrique. Jornais dos principais mercados esportivos transformaram a conquista em enquete sobre o lugar do técnico espanhol entre os maiores da era recente, ressaltando tanto o troféu quanto a maneira como suas equipes vencem decisões.

Em Madri, publicações como Marca e AS enalteceram a regularidade do treinador em competições continentais e a capacidade de obter resultados em jogos decisivos. Na Espanha, a narrativa foi de que Luis Enrique reafirmou seu estatuto; já na França, veículos como L'Équipe destacaram a trajetória vencedora e a facilidade do comandante em transformar finais em vitórias.

O Mundo Deportivo ressaltou que se trata da terceira coroa continental do treinador, enquadrando-o entre os nomes de maior peso do futebol atual. Comentários reunidos pela cobertura europeia lembraram conquistas anteriores e apontaram a consistência nas decisões como marca da carreira de Luis Enrique, agora ampliada pela taça conquistada com o PSG.

No curto prazo, o título reforça o legado do técnico e aumenta a ambição do clube parisiense no cenário continental. Ao mesmo tempo, cria uma referência mais alta de desempenho a ser mantida: a conquista amplia elogios, mas também eleva expectativas sobre a capacidade do PSG de transformar sucesso pontual em projeto duradouro.