O Manchester City confirmou o acerto pela contratação do atacante Iliman Ndiaye junto ao Everton em negociação que pode chegar a 65 milhões de libras — cerca de R$ 530 milhões entre valor fixo e bônus. Segundo a imprensa inglesa, as equipes acertaram pagamento de 60 milhões de libras (aproximadamente R$ 489 milhões) mais até 5 milhões de libras em variáveis. Ndiaye, de 26 anos, deve realizar exames médicos antes da assinatura oficial do contrato.
A disputa pelo senegalês teve o Tottenham como rival direto: os Spurs mantinham conversas avançadas com o Everton e chegaram a estudar uma operação envolvendo o retorno de Richarlison. A resistência do atacante brasileiro em decidir, porém, atrasou o entendimento entre os clubes e abriu espaço para a entrada do City, que ganhou a preferência do jogador. A movimentação ilustra como decisões individuais podem alterar rumos de grandes transferências neste mercado.
Para o Manchester City, a contratação surge como resposta à dificuldade em avançar por Cody Gakpo — alvo rejeitado pelo Liverpool — e também como tentativa de repor opções de velocidade pelos flancos após as saídas de Sávio e Omar Marmoush para o Tottenham. A diretoria de Enzo Maresca amplia assim as possibilidades táticas, mas assume custo elevado por uma peça que precisa provar rendimento consistente no novo nível de exigência.
Do lado do Everton, a negociação significa um encaixe relevante diante da necessidade de equilibrar contas e remodelar o elenco. No mesmo período, o City também anunciou o volante Allan, ex-Palmeiras, como reforço, em batida de múltiplas frentes que mostra o mercado inglês mais ativo e competitivo do que o esperado nas últimas semanas.