O hat-trick de Lionel Messi na vitória por 3 a 0 da Argentina sobre a Argélia, em Kansas City, provocou reações imediatas de nomes de destaque do esporte mundial. A atuação do camisa 10, decisiva na estreia do time no Grupo J, virou ponto de conversa entre colegas e admiradores de modalidades distintas.

Erling Haaland, que mais cedo havia estreado no torneio com dois gols pela Noruega diante do Iraque, compartilhou nas redes sociais sua admiração ao ver o jogo: afirmou considerar a exibição do argentino extraordinária e acompanhou a postagem com um emoji de coroa. A troca de elogios entre atacantes reforça o interesse mútuo sobre parâmetros de excelência no futebol atual.

Patrick Mahomes, quarterback estrela do Kansas City Chiefs e presente no estádio, usou referências ao G.O.A.T. nas redes para comentar a partida. Figuras de outros universos, como o atacante alemão Thomas Müller e o ex-pugilista Mike Tyson, também publicaram manifestações que enalteceram a atuação de Messi e sua dimensão simbólica.

Além do brilho no jogo, os números reforçam o peso histórico do momento: com os três gols contra a Argélia, Messi chegou a 16 gols em Copas do Mundo, igualando Miroslav Klose como maior artilheiro da competição, e alcançou 17 vitórias em edições do Mundial — outro ponto de comparação com Klose.

Os elogios públicos de atletas de diferentes esportes ajudam a ampliar o debate sobre o legado de Messi, transformando uma performance isolada em argumento a favor de sua grandiosidade. Ainda que discussões sobre 'o maior de todos os tempos' sigam abertas, a combinação de feitos individuais e reconhecimento externo reforça a centralidade do argentino na narrativa do torneio.