Lionel Messi alcançou na segunda‑feira a marca de 18 gols em Copas do Mundo e passou a ser o maior artilheiro da história do torneio, superando o recorde anterior de Miroslav Klose. É um marco que o coloca no topo de uma lista que, ao longo de quase um século, foi ocupada por 12 jogadores de seis nacionalidades.
A trajetória do recorde remonta à primeira edição, em 1930, quando Lucien Laurent marcou o primeiro gol de Copas — recorde que durou apenas minutos, até que André Maschinot anotou mais vezes na mesma partida. Ainda naquela competição, o argentino Guillermo Stábile se isolou como artilheiro do Mundial com oito gols. Nas décadas seguintes, nomes como Leônidas (Brasil, 1938), Ademir (Brasil, 1950) e, mais à frente, Ronaldo Fenômeno (15 gols em 2006) já chegaram a liderar a artilharia do torneio.
A conquista de Messi resume não só números, mas consistência em diferentes edições da Copa. Com 18 gols, ele ultrapassa gerações de atacantes que marcaram época e consolida um legado individual que dialoga diretamente com a história do futebol mundial.
O levantamento completo com cada um dos 18 gols está disponível no portal e oferece um panorama cronológico desse percurso. Para além da estatística, a nova marca reacende comparações históricas e debates sobre trajetória e longevidade entre os maiores goleadores de Copas.