A terça-feira de 16 de junho de 2026 entrou para a história da Copa do Mundo. Em três partidas que marcaram a etapa inicial do torneio, surgiram nomes e números que redesenham estatísticas históricas: Kylian Mbappé elevou sua conta para 14 gols em Mundiais, Lionel Messi alcançou o topo da artilharia com 16 gols, e Erling Haaland teve estreia eletrizante com dois gols e uma assistência.

Em Nova Jersey, a França venceu o Senegal por 3 a 1. Mbappé marcou duas vezes, o que lhe permitiu superar Pelé na lista de maiores goleadores da competição — o Rei aparece com 12 gols. O camisa 10 francês não passou incólume: perdeu chance clara no primeiro tempo, mas se recuperou, abriu o placar em jogada construída por Olise e, já nos acréscimos, ampliou de longa distância. Olise foi eleito o melhor em campo pelo impacto na criação.

Em Boston, a Noruega atropelou o Iraque por 4 a 1. Haaland fez sua estreia em Copas com dois gols e deu passe para outro, confirmando o status de candidato ao posto de grande referência ofensiva do torneio. A comemoração tranquila do atacante, sentado no gramado, reapareceu na imagem do jogo e remeteu à rotina de concentração que ele já associou publicamente à preparação mental.

O ápice ficou em Kansas City: Messi fez o primeiro hat-trick da Copa 2026 na vitória argentina por 3 a 0 sobre a Argélia. Além de igualar Miroslav Klose como maior artilheiro da história das Copas, com 16 gols, o camisa 10 tornou-se o primeiro jogador a participar de seis edições do Mundial. Em número de participações diretas em gols, Messi soma 16 gols e 8 assistências, ultrapassando o registro de Pelé nesse indicador.