O jogo de abertura da Copa do Mundo de 2026, México 2 x 0 África do Sul, terminou marcado por uma anomalia disciplinar: três cartões vermelhos exibidos pelo árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio no estádio Azteca. Foram expulsos Yaya Sithole e Zwane, da seleção sul-africana, e Montes, do México, antes do apito final.
A sequência de três expulsões torna esta partida a que registrou o maior número de vermelhos numa estreia de Mundial, superando o recorde anterior de dois cartões vermelhos em jogos inaugurais — até então, o exemplo mais lembrado era Camarões 1 x 0 Argentina, em 1990. No panorama histórico, o confronto mexicano também passou a figurar entre os jogos com mais expulsões na história das Copas, empatando com partidas de 1998 e 2006 que tiveram três expulsões.
O episódio foi acompanhado de perto pela imprensa e torcedores; um dos cartões veio aos 4 minutos do segundo tempo, quando Sithole recebeu vermelho direto. Fora do campo, a combinação entre resultado e disciplina chamou atenção pela intensidade da estreia no Azteca — estádio que já acumula papel central em diversas edições do torneio.
Do ponto de vista esportivo, a estreia ficará registrada tanto pelo placar quanto pelo aspecto disciplinar. Além de alterar a dinâmica da partida, o episódio tende a entrar na agenda de debates sobre condução dos jogos e controle disciplinar em competições de alto nível, sem, no entanto, apagar o resultado que classificou o México como vencedor da partida.