A chegada da seleção croata a Orlando teve um tema inesperado nos bastidores: Luka Modric, um dos nomes mais reconhecidos do futebol mundial, não foi identificado por um taxista no aeroporto. O episódio rapidamente virou assunto entre os jogadores e entrou como piada no cotidiano do elenco enquanto a equipe prepara o amistoso com o Brasil.
Segundo relatos de integrantes do grupo, o motorista afirmou já ter feito viagens com jogadores croatas, mas não soube dizer quem eram. Ao ser mostrado um retrato com Modric e o zagueiro Caleta-Car, o taxista apontou as fotos sem conseguir nomear os atletas, situação que surpreendeu quem acompanhava a delegação.
Ficamos surpresos com a falta de reconhecimento, foi comentado entre os jogadores.
Os atletas reagiram com espanto e bom humor. O caso não gerou constrangimento público e Modric levou a situação com naturalidade — a cena acabou ficando como piada interna entre os companheiros. Um dos meios-campistas resumiu que reconhecer o croata pareceria, para muitos, questão óbvia de cultura futebolística.
O contraste chama atenção pelo histórico do meia: campeão individual de 2018, com prêmios importantes na temporada que sucedeu a Copa do Mundo, e presença consolidada em clubes de alto nível como o Real Madrid. A própria Croácia chega motivada ao duelo, depois da vitória por 2 a 1 sobre a Colômbia, também em Orlando.
O amistoso contra o Brasil está marcado para terça-feira, às 21h (horário de Brasília), no Camping World Stadium, e representa mais que um reencontro esportivo — é oportunidade para avaliar formações a pouco mais de dois anos das próximas competições importantes. O episódio com o taxista fica como anedota que ilustra o contraste entre o prestígio internacional de um jogador e seu anonimato circunstancial fora do circuito futebolístico habitual.
O incidente virou motivo de piada interna e Modric levou na esportiva.