O Osasco conquistou a Supercopa feminina ao superar o Praia Clube por 3 a 0 na final disputada em São Luís. A vitória foi decretada com o terceiro set em 25 a 21, encerrado com um ace de Amanda, que selou o triunfo paulista e deu o troféu ao time.
Além do brilho em quadra, o resultado tem peso histórico: com a taça, Osasco alcança o segundo título da Supercopa e passa a dividir com o Minas a condição de segunda maior campeã da competição, atrás do Praia Clube, que segue como líder com quatro conquistas. O Sesc‑Flamengo aparece em seguida, com três troféus.
Criada em 2015 para reunir os vencedores mais recentes da Superliga e da Copa Brasil, a Supercopa abre a temporada do vôlei nacional e serve como termômetro. Para o Osasco, a vitória é fôlego e valida o projeto do clube; para o Praia Clube, a derrota na final aponta necessidade de ajustes antes do início da Superliga.
No aspecto técnico, o Osasco mostrou solidez no saque e compactação defensiva, características que podem transformar o título em momento de confiança para a sequência da temporada. Já o Praia Clube, apesar do histórico de títulos na competição, sai com o desafio de recuperar ritmo e alternativas táticas nas próximas semanas.