A morte de Oscar Schmidt, anunciada na sexta-feira (17), mobilizou o mundo do basquete e reacendeu o reconhecimento ao legado do ex-jogador brasileiro. A NBA publicou mensagens de pesar e perfis da liga, inclusive a conta em português, repercutiram a carreira do atleta, que se manteve como símbolo do basquete nacional por décadas.
Entre as reações, Tiago Splitter, primeiro técnico brasileiro a chegar aos playoffs da NBA, foi informado ao vivo sobre o falecimento e demonstrou surpresa e emoção. Em entrevista, Splitter destacou a dimensão do exemplo deixado por Oscar: a competitividade, a rotina de treinamento e a capacidade de projetar o basquete brasileiro internacionalmente.
Anderson Varejão também prestou homenagem, ressaltando a liderança e a personalidade franca que marcaram a trajetória de Oscar. Nomes internacionais como Pau Gasol e perfis oficiais da liga lembraram que, embora tenha sido draftado em 1984, Oscar optou por seguir carreira longe da NBA, mantendo uma carreira europeia e na seleção que o consagrou como referência.
Maior pontuador da história das Olimpíadas e integrante do Hall da Fama do basquete, Oscar nunca conquistou uma medalha olímpica, fato que não diminuiu sua importância para gerações seguintes. As homenagens desta sexta ilustram a abrangência do impacto de sua carreira: o esporte brasileiro perde uma figura que ajudou a colocar o basquete do país no mapa mundial.