Aos dois minutos da partida na Vila Belmiro, jogadores do Bahia reclamaram pênalti após um choque entre Erick Pulga e o lateral Coutinho dentro da área. O árbitro Sávio Pereira Sampaio mandou o jogo seguir, decisão que foi questionada pela equipe tricolor no momento do lance.
Na transmissão, o consultor de arbitragem da Globo, PC de Oliveira, disse discordar da marcação do árbitro. Segundo a análise técnica apresentada, houve contato de Coutinho em Erick Pulga e não toque na bola, caracterizando imprudência dentro da área e, na visão do especialista, motivo suficiente para marcar pênalti.
Em outro episódio da partida, porém, PC de Oliveira concordou com Sávio ao entender que não houve falta de Neymar na origem do lance que terminou no gol de Luciano Juba — uma avaliação que diverge da reclamação dos jogadores do Santos naquele momento.
O episódio do início do jogo reacende o debate sobre os critérios adotados pelos árbitros nas disputas dentro da área e sobre a necessidade de uniformidade nas decisões. Lances assim, decididos nos minutos iniciais, tendem a inflamar comissões técnicas, torcidas e análises da mídia, e voltam a colocar em evidência a discussão sobre clareza e consistência na arbitragem do Brasileiro.