A Bélgica avançou às oitavas após um pênalti marcado no fim da prorrogação contra o Senegal, lance decidido em revisão do VAR conduzida pelo brasileiro Rodolfo Toski Marques. O gol de cobrança de Youri Tielemans, aos 19 minutos do 2º tempo da prorrogação, consumou a virada por 3 a 2 em uma partida que teve reviravoltas dramáticas.
Em campo o lance não foi assinalado inicialmente; após a checagem no monitor e a comunicação com o árbitro, a penalidade foi indicada. O pênalti cai como desfecho de um jogo em que o Senegal chegou a abrir 2 a 0 no tempo normal e sofreu dois gols nos minutos finais, antes da definição na prorrogação.
A imagem da revisão — com jogadores próximos ao árbitro e a cabine de VAR em evidência — viralizou. Nas redes sociais brasileiras, a decisão recebeu críticas e comentários como “Tinha que ser brasileiro”, reação que mistura surpresa com ressentimento pelo resultado e pelo papel do árbitro brasileiro na decisão.
A eliminação do Senegal e a classificação da Bélgica reacendem o debate sobre o uso do VAR: além da análise técnica do lance, pesa a percepção pública sobre consistência e critérios. Para torcedores e analistas, decisões assim deixam dúvidas sobre uniformidade na aplicação das regras em momentos decisivos.
No aspecto prático, a vitória mantém a Bélgica na disputa e encerra a jornada do Senegal, enquanto a arbitragem sai mais uma vez sob escrutínio. Em copas, episódios polêmicos junto ao VAR tendem a acompanhar o torneio e alimentam discussões sobre limites, transparência e impacto das revisões no resultado.