A Copa do Mundo de 2026 foi aberta no Estádio Azteca com México e África do Sul; aos oito minutos do primeiro tempo, Quiñones finalizou dentro da área e colocou o nome no placar inaugural do torneio. O gol do atacante não só mudou o ritmo da partida como o inscreveu num grupo restrito de jogadores que marcaram o primeiro tento em edições do Mundial.

É a primeira vez que um mexicano assina o gol de abertura de uma Copa. Com esse tento, Quiñones passa a integrar uma lista que reúne 23 autores, provenientes de 14 países diferentes ao longo da história do torneio. O cenário reforça o peso simbólico do pontapé inicial em cada edição e a visibilidade imediata que esse momento proporciona ao jogador e à sua seleção.

Entre os nomes históricos que aparecem nessa relação, a Alemanha lidera com quatro atletas: Jupp Gauchel (1938), Paul Breitner (1974), Jürgen Klinsmann (1994) e Philipp Lahm (2006). O Brasil também tem quatro entradas, mas uma delas foi registrada como gol contra — o desvio de Marcelo na abertura de 2014 — além das assinaturas de Ademir Menezes (1950), Pelé (1966) e César Sampaio (1998).

A última abertura de Copa, em 2022, teve Enner Valencia marcando de pênalti para o Equador na vitória por 2 a 0 sobre o país-sede, resultado que quebrou a invencibilidade histórica dos anfitriões em estreias. Agora, com Quiñones no rol dos autores inaugurais, a tradição ganha mais um capítulo e reforça como o primeiro gol de cada Mundial costuma entrar para a memória do torneio.