O PSG confirmou o bicampeonato da Champions League em decisão tensa contra o Arsenal, que abriu o placar aos cinco minutos, mas adotou postura mais fechada ao longo do confronto na Arena Puskás. O empate veio aos 19 minutos do segundo tempo, num pênalti cometido por Mosquera sobre Kvaratskhelia e convertido por Dembélé. A partida terminou 1 a 1 e foi decidida nos pênaltis, com vitória francesa por 4 a 3.

Após a festa, o meia Fabián Ruiz resumiu a leitura do jogo: elogiou a solidez defensiva do Arsenal e considerou que o resultado refletiu o que foi visto em campo, comemorando o título conquistado de forma consecutiva sob o comando de Luis Enrique. O jogador valorizou o feito do clube e destacou a importância de corresponder à expectativa em partidas decisivas.

Do lado tático, o confronto ficou marcado pelo contraste entre a iniciativa ofensiva do PSG e a organização defensiva do Arsenal, que buscou proteger a vantagem e explorar transições. A estratégia inglesa funcionou por longos trechos, obrigando os franceses a insistirem até encontrar o empate; ainda assim, a decisão por pênaltis acaba nivelando desempenho e nervosismo à parte técnica.

O bicampeonato do PSG representa sequência importante para a equipe francesa — um feito que não era visto desde o período de títulos seguidos do Real Madrid encerrado em 2018 — e aumenta a pressão sobre rivais europeus. Para o Arsenal, resta a avaliação da opção defensiva na decisão: o time chegou à final, mas sai com a sensação de oportunidade passada.