Atlanta recebe a semifinal entre Inglaterra e Argentina em um torneio que reúne quatro campeãs mundiais — Argentina, Espanha, França e Inglaterra — e que também virou palco para a influência dos grandes clubes. No ranking de representantes entre os semifinalistas, o PSG aparece no topo, com seis jogadores convocados: Lucas Hernandez, Warren Zaïre-Emery, Bradley Barcola, Ousmane Dembélé, Désiré Doué e o espanhol Fabián Ruiz.

Logo atrás está o Atlético de Madrid, com cinco nomes, todos na seleção argentina: Nahuel Molina, Juan Musso, Thiago Almada, Nico González e Julián Álvarez. Barcelona e Arsenal dividem a terceira posição, com quatro atletas cada: o Barça emplaca Lamine Yamal, Dani Olmo, Cubarsí e Eric García; o Arsenal soma David Raya, Martín Zubimendi, Mikel Merino e William Saliba, que atua pela França.

O futebol brasileiro tem presença reduzida nesta reta final: o atacante Flaco López, do Palmeiras, é o único jogador filiado a um clube do país entre os semifinalistas. No total, clubes brasileiros enviaram 32 atletas à Copa do Mundo — número relevante, mas sem reflexo nas vagas das fases finais do torneio.

O mapa de clubes entre os semifinalistas reforça a predominância dos centros europeus na formação e na atração de talentos: além de prestígio esportivo, a concentração de jogadores de elite nas mãos de poucos clubes tem impacto direto na visibilidade internacional e na estratégia de mercado dessas instituições.