Rayssa Leal retoma a competição no Brasil neste domingo, no SLS Rio Takeover, após ficar três meses afastada por uma contusão óssea sofrida durante o Mundial de Street em São Paulo, em março. A parada forçada interrompeu a rotina de provas de uma atleta que já figura entre as principais do circuito.

A lesão obrigou a skatista de 18 anos a rever cuidados básicos: sono, alimentação e limites do corpo. O período de recuperação, segundo ela, foi duro, mas também educativo — uma pausa que a fez olhar o skate com mais prazer e responsabilidade, em vez de pressa para voltar às pistas.

Rayssa já havia voltado a competir em junho, na Copa do Mundo de Roma, e agora busca a energia do público carioca no Maracanãzinho, palco simbólico para o skate no país. A final feminina será transmitida pelo Esporte Espetacular a partir das 11h (Brasília); a decisão masculina tem cobertura às 13h15.

Fora das pistas, a atleta passa por mudanças pessoais: completou 18 anos, tirou carteira de motorista e concluiu o Ensino Médio. A combinação de experiência de lesão e novas responsabilidades indica um momento de maior maturidade — fator que pode influenciar a gestão de carreira e a performance nas próximas temporadas.