Renê chega ao fim de semana com a confiança de quem transformou desconfiança em titularidade. O lateral-esquerdo recorda o chute de direita que fez gol na Neo Química Arena — e até a curiosa história do remédio para enjoo antes da partida — como um episódio que ficou marcado na trajetória recente pelo Tricolor. Neste domingo, às 16h, no estádio corintiano, volta a reencontrar a lembrança daquele momento.

Contratado há quase dois anos como alternativa a Gabriel Fuentes, o jogador soube aproveitar as oportunidades e consolidou sequência: terminou 2025 com presença constante em campo, inclusive na campanha que levou o clube ao Mundial de Clubes e à vaga na Libertadores. A chegada de Guilherme Arana elevou a concorrência, mas Renê manteve a vaga na equipe principal montada por Marcão.

Para o jogador, a razão da preferência técnica passa pela regularidade. Mais do que atuações isoladas, ele valoriza a manutenção do rendimento ao longo das semanas e a contribuição para o coletivo, postura que, segundo ele, pesa na avaliação do treinador. Aos 34 anos, soma experiência e um currículo com conquistas nacionais e internacionais, mas diz seguir motivado para buscar novas taças.

O objetivo expresso é claro: conquistar a Libertadores com a camisa do Fluminense e, com isso, disputar o Mundial de Clubes. Para o time, a permanência de um lateral confiável e sem oscilações frequentes é peça importante na montagem de uma campanha que almeja voos continentais. A torcida, por ora, recebe a resposta em campo; cabe ao jogador manter o nível nas próximas semanas.