Durante edição especial do Seleção Copa transmitida de Nova York, o apresentador André Rizek afirmou que a França passou a ocupar o lugar do Brasil no quesito profundidade: tem opções de titular e banco capazes de competir de igual para igual em uma Copa do Mundo. O comentário surgiu após o triunfo francês por 3 a 1 sobre o Senegal.
Rizek destacou a presença de três nomes de peso no setor ofensivo — Dembélé, Mbappé e Olise — e levantou o problema tático que qualquer adversário enfrenta: marcar um ataque com múltiplas alternativas de alto nível. O programa também notou impactos imediatos do banco, como a entrada de Barcola e o papel do jovem Doué.
O pentacampeão Luiz Felipe Scolari endossou a avaliação e acrescentou outro nome ao elenco de preocupação dos rivais: Rabiot. Para Felipão, o meio-campista oferece uma combinação de habilidade e equilíbrio que reforça a ideia de uma seleção completa, com soluções em várias frentes do campo.
A soma de qualidade e peças de reposição dá à França uma vantagem competitiva clara: complicar a leitura do adversário, forçar mudanças táticas e aumentar a margem de segurança em torneios longos. Depois do jogo com o Senegal, os franceses voltam a campo no dia 22, contra o Iraque; o grupo ainda tem a Noruega.