Dois dias antes da final da Copa do Mundo, o meio-campista Rodri fez questão de reconhecer Lionel Messi como, em sua avaliação, o melhor jogador da história, ao mesmo tempo em que alertou sobre a força coletiva da Argentina. A decisão entre Espanha e Argentina será neste domingo, às 16h (de Brasília), em estádio nos Estados Unidos.
Rodri apresentou a final como a continuação de um projeto que se consolidou nos últimos anos. Lembrou os títulos recentes — Liga das Nações e Eurocopa — e colocou a partida como a chance de transformar a atual turma espanhola em uma geração inesquecível ao conquistar o segundo Mundial para o país, repetindo o feito de 2010.
Sobre o ambiente nas arquibancadas, o volante relativizou o peso do apoio ao adversário. Reconheceu que houve muitas camisas argentinas nos estádios ao longo do torneio, mas afirmou que as partidas se resolvem dentro de campo e que a equipe espanhola também tem sentido o respaldo do seu público em solo americano.
No discurso final, Rodri deixou claro o foco no objetivo: levantar a taça. Chamou o confronto contra a Argentina de prova máxima — o adversário mais exigente até aqui — e destacou que será preciso mais vontade de vencer do que medo de perder para confirmar a afirmação que fez sobre a ambição desta geração espanhola.