A segunda edição da Racing Stars Football Cup, promovida na véspera do GP de Mônaco, teve um dos momentos mais compartilhados nas redes sociais: Ronaldinho Gaúcho aplicou um chapéu em Pierre Gasly, piloto que participou da partida beneficente. O lance virou símbolo do encontro entre o ídolo do futebol e as estrelas da F1, e reacendeu lembranças do período em que Ronaldinho e Clarence Seedorf dividiram clubes na Europa e no Brasil.
Gasly, visivelmente bem-humorado sobre o episódio, chegou a brincar com a situação ao ser questionado pela imprensa: “Ele quase quebrou meu tornozelo”. O francês admitiu ser fã do ex-camisa 10, disse que cresceu vendo seus lances e comentou que a temporada de jogos na TV será intensa com a aproximação da Copa do Mundo. A presença de Ronaldinho elevou o interesse do público e das arquibancadas, que contaram até com brasileiros com a camisa da seleção.
Ele quase quebrou meu tornozelo
Além de Gasly, a equipe dos pilotos teve nomes como Felipe Massa — que jogou ao lado do filho Pipo —, Isack Hadjar, Carlos Sainz e Andrea Kimi Antonelli. Sainz participou apenas do primeiro tempo, enquanto Hadjar e Gasly estiveram em campo durante toda a partida. Seedorf integrou outro time e reeditaram o reencontro que já ocorreu em 2012 e 2013 no Brasil; os dois também foram companheiros no Milan entre 2008 e 2010.
O jogo, realizado no Stade Louis II, teve caráter beneficente: a renda e a exposição do evento destinam-se a instituições que promovem serviços de saúde na África e na Ásia. Mais do que um espetáculo, a partida mostrou a capacidade de ídolos do futebol de atrair atenção global e converter visibilidade em arrecadação, ao mesmo tempo em que aproxima públicos distintos — o do esporte a motor e o do futebol — em torno de uma causa social.