A final da Copa do Mundo, disputada entre Espanha e Argentina no Estádio Novo Jersey, teve um episódio que rapidamente ganhou as redes sociais: nos minutos iniciais, Ronaldo Fenômeno levou a taça para o camarote onde estava o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, antes do início formal da cerimônia de entrega dos troféus.
A presença de Trump na área nobre do estádio já havia sido anunciada como parte das autoridades convidadas para a final; ele também participou efetivamente da cerimônia de premiação. A cena lembrou episódio similar na Copa do Mundo de Clubes de 2025, quando a participação do político viralizou por sua permanência no palco no momento em que o troféu era erguido.
Há regras rígidas sobre o manuseio do troféu: apenas campeões mundiais, estadistas convidados e o presidente da FIFA podem tocá‑lo sem o uso de luvas, segundo protocolo da entidade. A imagem com Ronaldo, figura de destaque do futebol brasileiro e campeão em 2002, junto a Trump, reforçou o caráter simbólico da peça e a exceção prevista para autoridades e ídolos esportivos.
Mais do que um gesto de exaltação, a passagem da taça pelo camarote somou disputa esportiva, exposição midiática e encontros entre esporte e política em um palco global. A imagem serviu para alimentar debate sobre protocolos e protagonismos em finais que, além do jogo, transformam cada movimento em narrativa pública.