A Inglaterra bateu a França por 6 a 4 em uma disputa marcada pela alternância de domínio e pelos muitos gols. Bukayo Saka foi a figura da noite: anotou três gols — incluindo o terceiro, o quarto e o quinto da seleção — e ainda assumiu a cobrança que confirmou o terceiro lugar, após receber a bola de Jude Bellingham nos minutos finais.
No banco francês, o técnico Thomas Tuchel resumiu a partida como dois jogos em um: um primeiro tempo claro de prevalência inglesa e um segundo tempo em que a França reagiu com intensidade. O treinador destacou o cansaço do elenco e fez questão de enaltecer a entrega dos atletas diante de uma agenda exigente.
Saka, por sua vez, descrito por companheiros como confiante, afirmou que não teve dúvida ao aceitar a responsabilidade do pênalti. Classificou o confronto como 'louco' e demonstrou orgulho pela campanha, apontando que a seleção alcançou um desempenho incomum nas últimas seis décadas — uma interpretação que reforça o peso simbólico do resultado.
Além do brilho individual, a vitória serve como combustível para a seleção inglesa: encerra a sequência de jogos com um resultado vistoso e oferece respaldo a jovens protagonistas como Saka e Bellingham. Para a França, fica a lição de que reação tardia não basta; para Inglaterra, a tarefa agora é transformar moral e protagonismo em consistência.