Santos fez valer a organização tática e venceu o Atlético-MG por 2 a 0 nas quartas de final da Copa Sul-Americana. Os gols de Willian Arão e de Oliva traduziram uma atuação coletiva onde a equipe esteve bem postada e criou oportunidades com regularidade.
O setor defensivo teve atuação segura: o goleiro, pouco exigido no primeiro tempo, apareceu cedo na etapa final para evitar um gol adversário e manteve o placar sob controle. Oliva, escalado novamente como zagueiro na ausência de Lucas Veríssimo, foi seguro no desarme e ainda deixou sua marca, mostrando aproveitamento nas duas áreas.
No meio-campo, nomes como Bontempo e Gustavinho mantiveram o equilíbrio entre saída e chegada ao ataque. O setor articulou as jogadas que resultaram nas assists para Arão e para Oliva; Gabigol participou ativamente das investidas, mesmo sem perseguir números individuais. Algumas entradas no segundo tempo pouco alteraram o ritmo, mas não tiraram o controle do Santos.
A leitura tática de Cuca e a execução em campo justificam a confiança na escalação apesar de desfalques. O resultado oferece ao Santos uma margem de tranquilidade na fase decisiva da Sul-Americana e reforça alternativas defensivas e de transição no elenco, enquanto o Atlético-MG terá de ajustar a eficiência ofensiva para recuperar vantagem nas próximas partidas.