No Morumbi, o Santos saiu de campo com uma virada por 2 a 1 sobre o São Paulo em partida em que atacantes e defesa dividiram os holofotes. Gabigol teve participação decisiva com os gols que mudaram o placar, enquanto Diógenes apareceu como peça-chave: fez desarmes importantes, apoiou o ataque e ajudou a construir a virada.
A atuação do goleiro que vinha substituindo Gabriel Brazão foi determinante até o pênalti que resultou no gol são-paulino; ainda assim, ele teve intervenções importantes e salvou a equipe no último lance. Do lado defensivo, houve oscilações: um lance infantil gerou a penalidade sobre Ryan Francisco, apontando falta de concentração em momento crítico.
No ataque, além dos gols de Gabigol — agora com 23 na temporada e liderança de artilharia do time — o time contou com contribuições de Cebolinha e Escobar, que participou diretamente do empate com um cruzamento preciso. O meio-campo teve atuações discretas, porém eficientes em contenção; algumas peças foram preservadas ou entraram para recompor o setor diante de desgaste físico e mal-estar de Rollheiser antes do jogo.
Mais que três pontos, o resultado reforça a importância de um elenco mais profundo para Cuca: opções como Diógenes e substitutos no meio deram resposta em campo. Ao mesmo tempo, o pênalti sofrido expõe uma vulnerabilidade disciplinar que precisa ser corrigida se o Santos quiser manter regularidade na reta final.