O São Paulo consultou a situação de Jamie Vardy, 39 anos, e avalia a possibilidade de oferecer um contrato ao centroavante inglês que está livre no mercado desde a saída da Cremonese, em julho. A informação foi publicada por Fabrizio Romano e confirmada pelo ge. A diretoria tem buscado reforços que não impliquem pagamento de transferência, critério que coloca Vardy no radar do clube.
Apesar do interesse, não há, por ora, negociação em andamento com os representantes do jogador. A avaliação interna aponta para a necessidade de constatar a viabilidade técnica e financeira do negócio antes de qualquer proposta formal — inclusive considerando que a janela de transferências fecha em 11 de setembro. Vardy chega com currículo relevante, mas com idade que exige cuidado na projeção de rendimento a curto e médio prazo.
No elenco são-paulino há três opções para o centroavante: Calleri, titular absoluto que renovou contrato na semana passada; André Silva, reserva imediato; e Ryan Francisco, jovem promovido das categorias de base e apontado como aposta. Esse contexto provoca uma questão óbvia: onde Vardy se encaixaria na hierarquia e qual o impacto salarial da operação para a folha do clube.
O histórico do jogador é respeitável — destaque na campanha do Leicester que surpreendeu e conquistou a Premier League em 2016, com 24 gols naquele torneio, e 500 jogos e 200 gols pela equipe inglesa entre 2012 e 2025. Na passagem pela Cremonese, foram 29 partidas e sete gols; o clube italiano optou por não renovar após o rebaixamento. O São Paulo, que já trouxe nesta janela o zagueiro Domingos Duarte e o lateral Aurélio Buta sem custos de transferência, pondera se a chegada de um veterano como Vardy acrescentaria mais do que complicaria ao equilíbrio do elenco.